NNOTICIA

O BLOG DA CULTURA

CAÇADOR DE DEMÔNIOS

Resenha do animê Devil May Cry – (ficção-ação)

Por: Natália Alves

O animê Devil May Cry é baseado no jogo, de mesmo nome, bastante conhecido pelos jogadores de vídeo-game. A história do animê não acompanha a contada no jogo, que já tem sua quarta versão, mas utiliza os personagens principais e algumas idéias do game.

São doze episódios, intitulados de missões, pois Dante (personagem principal) tem um trabalho novo em cada episódio. Dante é filho de Sparda, o homem que dividiu o planeta em inferno e o mundo em que vivemos. Foi o demônio Sparda que baniu todas as criaturas maléficas para o inferno, os afastando da humanidade. Mas após um tempo, o mundo do inferno começou a interferir na humanidade e Dante, filho de Sparda, tem como missão derrotar os demônios que entram no mundo humano.

Sua empresa, Devil May Cry, é o local onde trabalha e vive. Morrison é seu amigo que lhe arranja os trabalhos. Apesar de ser um caçador de demônios, Dante aceita qualquer emprego que lhe render um bom dinheiro e for de seu agrado.

Dante é metade humano e metade demônio, pois nasceu de uma união entre uma humana e um demônio. No primeiro episódio, Dante tem como missão proteger Paty, uma carismática criança, que passa a morar com ele até o fim do animê. As personagens Lady e Trish, conhecidas pelo jogo, também estão no animê. Lady aparece logo no segundo episódio e também trabalha da mesma forma que Dante. Trish, que no Devil May Cry 1 (game), se torna parceira de Dante nos negócios aparece trabalhando sozinha.

Do início até quase a metade do animê não tem um enredo concreto, é basicamente o Dante caçando demônios, só mais para o final é que começa se desenrolar uma história. Apesar de o animê ser baseado no jogo Devil May Cry, que tem uma boa história e um personagem principal extremamente carismático, o animê poderia ter sido melhor, não ficou a altura do jogo. O melhor episódio do animê é o último, pois é o único que realmente conta uma história relevante e o que mais tem ação.

Infelizmente, Dante não foi bem explorado no animê, pois as lutas são muito rápidas, além de que ficou faltando a sua transformação para demônio. Como jogadora fiel de Devil May Cry, aguardei ansiosa sua transformação no último episódio, mas não ocorreu.

Outubro 5, 2008 Escrito por Natália Alves | RESENHAS - animês | , , , , , , , , , | Nenhum Comentário

VOU SER MESÁRIA! SOCORRO!!!!!

Por: Natália Alves

Neste domingo, cinco de outubro, o povo irá votar para prefeito e vereador em suas respectivas cidades. Mas, caro leitor, no meu caso, eu também irei trabalhar. Infelizmente, fui convocada para ser mesária.

Quando recebi a carta de convocação em casa, pelos Correios, não quis acreditar, até liguei para o número de contato para confirmar e realmente caiu a ficha: vou ser mesária! Nada contra ser mesária, tirando o fato de que vou ter que ficar horas trabalhando de graça, pois não há remuneração. E sem falar que em todas as eleições ouvimos as mesmas coisas: “Vou melhorar a saúde, a educação e a segurança”. Mas os impostos são usados para outros propósitos já que faltam médicos nos hospitais públicos, o atendimento é de total descaso com a população e entre outros inúmeros problemas.

Mas, meus amigos, eu não tenho o direito de me recusar a ser mesária, apenas se eu tiver algum impedimento. Então, me pergunto se isto é democracia? Segue texto retirado do site do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), de São Paulo, respondendo a seguinte pergunta: Não quero ser Mesário, mas fui convocado. Tenho de ir?” — Resposta: As eleições são de interesse de toda a comunidade e a convocação de milhares de pessoas anônimas contribui para a transparência do processo. O trabalho dos Mesários, juntamente com o dos funcionários da Justiça Eleitoral, garante que o pleito transcorra normalmente. Pela sua importância, a convocação é obrigatória e a falta, se não for plenamente justificável, no prazo legal, constitui crime de desobediência e sujeita, ainda, o Mesário a processo criminal e multa a ser arbitrada pelo Juiz Eleitoral.” E viva a democracia!

Outubro 3, 2008 Escrito por Natália Alves | CRÔNICAS | , , | Nenhum Comentário

ÚNICO

 

Ah…eu amo

Como amo!

Não entendo

Como te amo tanto?

Mas apenas sei que te amo

Ah… eu amo

Amo mais que posso

Amo mais que tudo que já senti na vida

Amo, amo

Como você conseguiu isso?

Qual é sua magia?

Não sei

Não sei

Apenas sinto

Sinto que te amo.

Ah… eu amo

Amo demais

Quero gritar para todos ouvirem

O quanto o amo

Só falta você me amar

Só falta você saber

Que você é único

Não houve jamais alguém igual a você.

Ah… eu amo

Eu amo demais

Que amor é esse?

Sufoca meu coração

Me da vontade de chorar

Chorar porque não sei como manifestar

Não sei como por para fora

Este sentimento tão forte

Tão grande

Que mal posso compreender.

Ah… como eu amo

Eu amo, eu amo

Eu amo você

Demais, demais

Amo demais

Só falta você me amar

Só falta você saber

Que você é único

Natália Alves

 

 

Comunidade do blog no ORKUT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=52932065

Outubro 2, 2008 Escrito por Natália Alves | POESIAS | , , , | Nenhum Comentário

PROFISSÃO JORNALISMO

Por: Natália Alves

Ricardo Albuquerque é jornalista e relações públicas. Nesta entrevista ele falou um pouco sobre sua história no jornalismo, deu dicas aos estudantes e avaliou a profissão nos tempos atuais.

NNoticia: Como foi o seu início no jornalismo? O primeiro estágio?

Ricardo: Desde muito novo gostei de escrever, mas é um engano achar que por gostar de escrever deve ser jornalista. Me formei em química e biologia. O mercado para biologia era muito fechado e acabei aceitando uma bolsa na faculdade de comunicação. Optei por relações públicas. Na época eu trabalhava no Banco Nacional e a única forma de crescer lá dentro era estudando relações públicas. Aprendi muito e este aprendizado me ajudou a trabalhar com jornalismo.

NNoticia: É comum, hoje em dia, jornalistas trabalharem em assessoria de imprensa. Mas há uma discussão quanto a isso, pois alguns defendem que assessoria é trabalho de relações públicas. Qual sua opinião sobre isso?

Ricardo: Se tiver capacidade, tanto jornalista como relações públicas, pode fazer. O jornalista fica mais na dele, fala pouco e por isso acredito que o relações públicas tem o perfil, pois precisa saber estar em qualquer ambiente e saber lidar com as pessoas. Como jornalista tenho que mostrar a verdade dos fatos, mas como assessor preciso defender minha empresa. Não estou dizendo que o assessor minta, mas ele tem que minimizar os fatos em favor de sua empresa.


NNoticia: Como é o seu trabalho, atualmente?

Ricardo: Antes de entrar no Municipal fui convidado a trabalhar na CNT, no programa Bem Forte, ainda sem ser jornalista. No 1º período já comecei no Vila em Foco como estagiário, sempre com foto e texto. Fotografo desde 88. Quando terminei a faculdade de relações públicas em 97 fui para o Municipal e para o Bem Forte. Atuo em três artes: jornalismo, relações públicas e publicidade. Sou totalmente apaixonado pela profissão.

NNoticia: Você costuma lidar com estagiários? Eles estão bem preparados para exercer a profissão?

Ricardo: Temos três estagiários no Vila em Foco. Vejo que, hoje em dia, as pessoas escolhem estágio pensando no que vai receber e eu penso em aprender.

Os estagiários chegam muito mal formados, principalmente na prática. Com relação à escrita, ou seja, o português, eu diria que 30% precisam melhorar, mas na prática uns 90% tem muita dificuldade. Percebo que há falta de iniciativa nas pessoas.

Falta muita base nos estagiários. O jornalismo é prática. As pessoas saem cruas das universidades e se terminar sem estágio é pior ainda. Se você chegar numa redação de jornal cru, você será somente instrumento barato.

NNoticia: Quais seriam as dicas para os estudantes que estão em busca de estágio?

Ricardo: A primeira coisa é querer, iniciativa, independente de grana, pois, geralmente, os estudantes têm um suporte, na maioria das vezes, dos pais. Sempre no seu bairro tem um jornal local e tem uma rádio comunitária. Já passei por vários jornais dos bairros do Rio e sei que, a maioria deles, não tem suporte para o estagiário. Iniciativa acima de tudo. O profissional ,hoje em dia ,é multimídia.

O legal de estagiar em um veiculo de comunicação independente é ter uma vantagem em um processo seletivo. Hoje em dia, você pode pegar uma câmera digital e fazer um programa e para saber se está certo pergunte ao seu professor.

Tenta, estuda. É tímido, então se tranca no quarto, escuta uma rádio e treina. Melhor escola de rádio é a rádio AM. Escuta uma rádio AM.

NNoticia: Esta questão do profissional ter que ser “multimídia”, ou seja, exercer variadas funções pode acarretar na queda da qualidade do trabalho? E quanto à colaboração das pessoas em jornais? E a Internet?

Ricardo: Já ta caindo. É uma profissão que ela vai de uma seriedade e ,ao mesmo tempo, tem o glamour. A qualidade do jornalismo está caindo muito porque, antigamente, você se aprofundava na matéria, tinha tempo, hoje em dia, o jornalismo é produção, quanto mais matéria fizer melhor.

Depende da direção do veículo e do perfil. Pode sim receber uma colaboração desde que passe por um crivo de um editor.

A Internet é um espaço livre. É apenas mais um instrumento. Com relação a blog e diários, aí não há quem controle. Mas quando o veículo é de comunicação registrado, tem que ter a responsabilidade com a população.

Contato: ricardoalbuquerque1@gmail.com

Outubro 1, 2008 Escrito por Natália Alves | ENTREVISTAS | , , , , , , | Nenhum Comentário

Danielle dos Reis Pires

Daniele está em busca de estágio ou emprego em jornalismo na área de assessoria.

DADOS PESSOAIS:

Estado Civil: Solteira

E-mail: danideusdara@gmail.com

 

FORMAÇÃO ACADÊMICA:

Faculdade da Cidade

Bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo

Dezembro/1996

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO:

Informática: Windows, Word e Excel

Escola Superior de Propaganda e Marketing

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

EMPRESA: RB Comunicação e Marketing

Período: 2003/2006

Cargo/Função: Assessora de Imprensa

Atribuições: Atendimento de Clientes

Contato com a imprensa de diversos veículos

Prospecção de Clientes

Elaboração de Releases

Produção de Eventos

Produção e realização de projetos de Comunicação

 

EMPRESA: Promeeting Produtora

Período: 2001/2003

Cargo/Função: Assistente de produção

Atribuições: Produção e organização de Eventos e projetos

 

 

 

- EMPRESA: Companhia de Divulgação

Período: 99/2001

Cargo/Função: Assessora de Imprensa

Atribuições: Prospecção de clientes

Contato com a Mídia (Imprensa e Eletrônica)

Release

Clipping

 

 

 

Setembro 30, 2008 Escrito por Natália Alves | CURRÍCULOS | , , , , | Nenhum Comentário

MUNDOS

Estou perdida

Não consigo entender

O que está acontecendo,

As pessoas não querem

Enxergar o que é real

Elas se escondem

Em seu mundo de fantasias,

Estamos nos tornando selvagens.

O tempo passa

E nossas vidas

Vão embora

Sem podermos ser felizes,

Não existe compreensão.

Esse mundo

É feito de loucuras

O ódio prevalece

As pessoas se escondem

Debaixo de seus medos

E abaixam a cabeça

Para as suas vidas,

Somos enganados

E acreditamos no inexistente

Para podermos acreditar

Em um mundo melhor.

Ás vezes desistimos

Aceitamos calados

Somos feitos de palhaços

E rimos do nosso azar.

Superstições são criadas

Coisas são inventadas

Absurdos são ditos

E acreditamos em tudo.

Tentamos viver

Nesse mundo de hipocrisia

E afundamos sem querer

E sem pedir

Estamos fazendo parte

De um mundo de aparências

E suportando uns aos outros.

Natália Alves

Setembro 29, 2008 Escrito por Natália Alves | POESIAS | , , , , | Nenhum Comentário

SOBREVIVÊNCIA

Resenha do filme Ensaio sobre a Cegueira (Blindness)– drama – Fernando Meireles

Por: Natália Alves

Sinal verde, os carros avançam em direção a seus caminhos, mas apenas um fica parado no meio do trânsito caótico de uma metrópole. Logo o barulho das buzinas toma conta da sonoridade do local e alguns passantes percebem que há algo de errado. O motorista não pode ver e sua repentina cegueira se torna uma epidemia incontrolável.

Ensaio sobre a Cegueira, de direção de Fernando Meireles, é baseado no livro do escritor José Saramago e aborda o caos em que uma sociedade pode chegar ao ter que lidar com uma epidemia inesperada. A “cegueira branca”, assim chamada porque antes de ficar cega a pessoa via tudo branco, é uma doença repentina, desconhecida e que se alastra rapidamente, é só estar perto do doente que há o contágio.

De início poucas pessoas apresentaram os sintomas e foram levadas, pelo governo, para um local desabitado, um antigo manicômio, para ficarem de quarentena até que fosse descoberta uma cura. Mas logo o número de residentes foi aumentando e se formou uma comunidade dentro do espaço que estava em ruínas.

O filme retrata o despreparo de uma sociedade perante uma nova doença e a falta de humanidade em lidar com os doentes que eram jogados em um local deprimente e tratados como se fossem animais selvagens. Além de retratar o que o instinto de sobrevivência faz com que nós, seres humanos, comportem-se como os animais que subjugamos.

O filme traz a tona algumas questões como, “Será que estamos preparados para lidar com epidemias como a retratada no filme?” Pode-se comparar as atitudes do governo no filme com um episódio muito conhecido dos brasileiros, principalmente dos cariocas, a Revolta da Vacina.

Em 1904 houve uma disseminação de diversas doenças no Rio de Janeiro e uma medida foi tomada para combater a varíola, a vacinação obrigatória. Mas a população, a maioria analfabeta, mal sabia do que se tratava a vacina e nem se havia riscos, e de repente se vêem obrigados a se vacinar sem nem ao menos uma explicação por parte do governo, resultando na famosa Revolta da Vacina. Neste episódio de nossa história a população não foi respeitada, da mesma forma que os doentes do filme também não foram.

Setembro 29, 2008 Escrito por Natália Alves | RESENHAS - filmes | , , , , , , | Nenhum Comentário

HÍBRIDOS X HUMANOS

Resenha da série Invasion – uma temporada

Por: Natália Alves

Invasion é um seriado americano que, infelizmente, só tem uma temporada, pois a audiência não estava à altura dos gastos de produção da série. Mas, apesar de ser uma história curta não deixa de ser misteriosa e consegue prender a atenção.

Homestead é uma cidade pequena que recebe uma visita avassaladora do furacão Eve. Além de pessoas desaparecidas, e uma bagunça geral na cidade o furacão trouxe alguns visitantes vindos do céu. Junto com a forte chuva caiam luzes laranjas em direção a água. A invasão estava apenas no início e os moradores de Homestead não faziam idéia do que os invasores eram capazes.

O ponto de comunicação entre os invasores e os humanos é o xerife da cidade, Tom Underlay (William Fichtner), que logo após o furacão tratou de aconselhar os novos humanos e os ajudar a entenderem suas novas habilidades. Os atores principais fazem parte da família do xerife: sua filha Kira e sua esposa Mariel (ex-mulher de Russel); e a família de Russel: sua esposa Larkin (jornalista local), os filhos Jesse e Rosie e o cunhado Dave. Jesse e Rosie são filhos de Mariel e Russel e Kira é filha de Tom com sua falecida esposa.

Tom é o único sobrevivente de um grave acidente de avião que ocorreu alguns anos antes do período contado na série. Ele, assim como todas as pessoas que por algum motivo foram parar na água durante o furacão, é um híbrido. “Híbrido” é a nomenclatura que Dave escolheu para nomear os novos humanos. Os invasores na água pegam o corpo de um humano e o atravessa com coisas pontudas, como se fossem pinças ou garras, copiando os genes da pessoa e criando um novo corpo metade humano e metade alien.

O problema é que os novos humanos não entendem o que aconteceu, pois os aliens copiam a memória dos hospedeiros, ou seja, a pessoa acha que nada aconteceu, mas sente que o corpo está diferente e não apenas o corpo.

Ao longo da temporada de 22 episódios alguns mistérios são revelados e a cidade começa a ter que lidar com as diferenças, o que não mostra ser uma tarefa simples. Ou seja, Homestead fica dividida em humanos e híbridos e uma guerra pode ser iniciada a qualquer momento por um híbrido chamado Szura que pretende criar uma maioria na cidade, ou seja, uma evolução da espécie.

Apesar de a série ter sido cancelada, e por isto o fim deixa a desejar quanto a possíveis questões que o espectador espera que sejam respondidas, Invasion é um bom seriado e para quem curte suspense é bem empolgante.

Sugestão de local para baixar a série: http://www.islifecorp.com.br/forum/portal.php

Setembro 27, 2008 Escrito por Natália Alves | RESENHAS - séries | , , , , , | Nenhum Comentário

DICA DE CULTURA E LAZER

Grande Variedade de Filmes até Nove de Outubro

Por: Natália Alves

Cariocas que curtem um bom filme já têm a agenda cheia para os próximos dias começando por amanhã, 26, com o início do Festival de Cinema do Rio 2008.

O filme de estréia é o Última Parada 174, de Bruno Barreto, que conta a história de Sandro Nascimento. Sandro protagonizou o assalto ao ônibus da linha 174 (Gávea-Central), na Rua Jardim Botânico em 12 de julho de 2000.

Diferente do documentário de José Padilha, o filme de Bruno Barreto é uma ficção, focado na vida do Sandro. Última Parada 174 foi o filme escolhido para representar o Brasil na disputa pela indicação de Melhor Filme Estrangeiro na próxima edição do Oscar. A abertura do Festival será apenas para convidados, mas no dia 26 (sexta-feira), às 17h30min, terá uma sessão aberta ao público no Cine Palácio.

Alguns dos locais de exibição dos filmes do festival são: Odeon Petrobrás, Cine Glória e Espaço de Cinema. Para mais informações sobre as seções, horários e locais de exibição visitem o site do festival: http://www.festivaldorio.com.br/site2008/

Setembro 25, 2008 Escrito por Natália Alves | CULTURA E LAZER | , , , , , , , | Nenhum Comentário

ASILO É ASSALTADO

Por: Natália Alves

Por volta das 18:30h, o RJ Record divulgou a notícia de que um asilo em Campo Grande foi assaltado. Até parece brincadeira, mas, infelizmente, o nosso país chegou a este ponto.

Um asilo que vive de doação e, como pôde ser visto nas imagens que o jornal divulgou, é bem humilde o local. Os novos prefeitos terão trabalho pela frente, pois os idosos merecem uma boa condição de vida, com abrigos bem estruturados e os hospitais municipais funcionando bem.

Setembro 22, 2008 Escrito por Natália Alves | LIVRE | , , , | Nenhum Comentário