Desde a infância o ser humano aprende sobre política, começando pelos direitos e deveres dentro da sociedade. A política faz parte do cotidiano de cada cidadão.
Política, poder e direito, três significados distintos, mas que caminham junto no decorrer de suas ações. A política pode ser dividida em clássica e moderna. A clássica se limitava a estudar as “coisas” do Estado e seus alcances. Na era Moderna a política teve como referência a polis (cidade) e suas relações existentes.
Já o poder tem cinco classificações: poder espiritual; poder temporal; poder paterno = ex natura; poder despótico = ex delicto e poder político = ex contractu. O poder espiritual é o que faz uso da ideologia. O temporal é a fusão do dominium (sistema econômico) e o imperium (sistema jurídico-político). O paterno é exercido no interesse do filho, ou seja, o súdito. O despótico é exercido no interesse do senhor, caracterizado pelo castigo e pelo temor. O político é exercido no interesse do governante e dos governados.
A política precisa do direito (conjunto de normas, quer dizer, o sistema normativo) para fazer valer o seu poder, as suas regras e, ao mesmo tempo, o direito controla e delimita as ações políticas. Um soberano só se torna autoridade quando chega ao poder através de uma lei superior a ele. As regras mantêm a ordem, mas quando elas não funcionam o poder político faz uso da força de acordo com a lei.
TRÊS GRANDES NOMES DA POLÍTICA: MAQUIAVEL, HOBBES E ROUSSEAU
A filosofia política deve muito a estes três homens: Maquiavel, Hobbes e Rousseau. O livro mais conhecido, e que gerou muitas discussões e críticas, e ainda gera, de Maquiavel é a obra intitulada O Príncipe. Foi com esta obra que surgiu a famosa frase atribuída a Maquiavel, “o fim justifica os meios” e o adjetivo “maquiavélico”. Duas atribuições que geram discordâncias até hoje, pois nem todos os estudiosos concordam em atribuí-las a Maquiavel.
Para Maquiavel, o soberano não devia exercer o seu poder de acordo com a moral tradicional, que se confunde com a religião (moral dos cristãos). A moral da política é diferente da moral do indivíduo. A moral existente na política não é a da ética da convicção (faça o que tiver que ser feito sem se preocupar com o fim que irá alcançar) e sim a da ética da responsabilidade (faça o que tiver que ser feito para chegar ao fim desejado).
Em O Príncipe, Maquiavel escreve para o príncipe, ou seja, o soberano, ele o instrui. Segundo o livro, um príncipe deve saber a hora de ser liberal e de ser rigoroso. Deve sempre mostrar ao povo que é liberal, mas caso não for possível não deve se preocupar com a fama de miserável. Um príncipe pode ser considerado miserável, mas não pode ser odiado pelo povo. Com o passar do tempo o príncipe poderá ter mais controle sobre seu Estado, sem precisar tomar o patrimônio dos seus súditos e sem cobrar pesados impostos, graças a sua parcimônia. O povo esquece mais rápido a morte do pai do que a perda do seu patrimônio.
Além de questões como estas citadas acima, o livro aborda duas famosas características que não podem faltar a um príncipe, a “virtú” e a “fortuna”. Segundo Maquiavel, para que as ações de um ser humano tenham sucesso é preciso ter fortuna e “virtú”. A “virtú” é a capacidade do soberano de preservar o seu Estado através da razão e da coragem e a “fortuna’ é um fenômeno natural que não se pode dominar, apenas contornar, ou seja, é o acaso.
A CONTINUAÇÃO DESTE TRABALHO ACADÊMICO SERÁ POSTADA NO DIA 11/02/10
Candidatas com experiência comprovada na função. Ótimo domínio em Microinformática / Pacote office, principalmente em planilhas e fórmulas. Com postura, expressividade e disponibilidade de início imediato.
Local de Trabalho: Centro
Escolaridade: Superior
Horário de Trabalho: 08:00 as 17:00 hs
Seg. a Sexta
Salário: R$ 1.276,00
Benefícios: VT + VR= R$ 12,80 + Adicional
Experiência com rotinas administrativas/ escritório;
Residir próximo à CAXIAS ou em bairros que tenham fácil acesso à Madureira, Praça Seca e Tijuca.
Atividades: Recebimento e envio de malotes e correspondências;
Protocolar cartas em planilhas de Excel;
Entrega de documentos nos setores, entre outros.
Salário: R$ 667,00 (após 3 meses R$ 709,00) +VT + VR + Plano de saúde + Plano odontológico (opcional)
Horário: Segunda à sexta ( 8:00 às 18:00 h )
Local: Jardim Primavera – Duque de Caxias.
Interessados na vaga, que atendam ao perfil, enviar Currículo no corpo do e-mail para: virginiafernandes@simetria-rh.com.br, colocando no assunto a palavra : auxiliar secretaria
Resenha do filmeCry Wolf: O Jogo da mentira – terror e suspense – Jeff Wadlow
Por: Natália Alves
O filme começa com o jovem estudante, Owen (Julian Morris), chegando a uma escola preparatória para o seu primeiro dia de aula. Owen fica um pouco perdido, pois a escola encontra-se vazia. Mas após caminhar um pouco pelo colégio ele encontra Dodger (Lindy Booth).
É através deste primeiro encontro com Dodger que Owen descobre que uma garota local foi assassinada e por isso o colégio está vazio, pois todos estão assistindo uma palestra sobre o incidente. Tom (Jared Padalecki) é o colega de quarto de Owen no alojamento. Logo o novato percebe que Tom e Dodger fazem parte do mesmo grupo de amigos e ingressa neste âmbito de amizade através de um jogo.
Em sua primeira noite na escola, Owen escapa do alojamento á noite, junto com Tom, e encontra com o restante do grupo para participar de um jogo: o jogo da mentira. Neste jogo tem uma pessoa que escolhe o “lobo” e os outros são as “ovelhas”. O objetivo do jogo é mentir e manipular seus amigos para que ninguém descubra quem é o “lobo”, ou seja, o mentiroso. Neste primeiro jogo Owen se saiu bem, pois conseguiu entender facilmente as regras, mas criou algumas divergências.
Este início do filme serve para explicar como funciona o jogo, criado por este grupo de amigos, e no desenrolar do roteiro é que acontece o verdadeiro jogo. Aproveitando o assassinato que ocorreu e os boates sobre o caso, o grupo de amigos cria uma estória sobre o assassino da jovem. O assassino chama-se “Lobo” e o objetivo é enganar e manipular todos do colégio os fazendo acreditar que há um assassino em série atuando na escola. Owen espalha a notícia através de envio de e-mail para todos os alunos do colégio, com uma série de assassinatos descritos. Mas o problema é quando estes assassinatos começam a acontecer e Owen passa a se envolver.
Cry Wolf – O Jogo da Mentira não chega a ser um filme que aterroriza, ou seja, tem mais suspense do que terror, pois as cenas não são chocantes. A base do filme é o raciocínio sobre os acontecimentos que envolvem o grupo de amigos. É um filme com atores jovens, com destaque para Jared Padalecki que é muito conhecido dos jovens pelo seriado Supernatural, e não é uma superprodução cinematográfica. As atuações deixam um pouco a desejar por se tratarem de jovens atores, mas não é um filme tedioso e o final é interessante.
O filme foi escrito por Jeff Wadlow e Beau Bauman e dirigido por Jeff Wadlow. Wadlow participou do Chrysler Million Dollar Film Festival e ganhou a competição, podendo desta forma investir na realização deste filme, o prêmio foi de um milhão de dólares. Esta competição é para financiar a produção de novos filmes, gerando oportunidades aos ingressantes no mundo cinematográfico.
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Traduzido por: Natália Alves
Comparações são fáceis de serem feitas
Uma vez que você teve o gosto da perfeição
Como uma maçã caindo de uma árvore
Peguei a mais madura, ainda tenho a semente
Você disse siga em frente
Aonde eu vou?
Acho que o segundo melhor
É tudo que irei conhecer
Porque quando estou com ele
Estou pensando em você
Pensando em você
O que você faria se
Fosse você
Que estivesse passando a noite?
Oh Eu gostaria de estar olhando para os seus olhos.
Você é como um Sol indiano
No meio do inverno
Como um doce
Com uma surpresa no meio.
Como posso ter o bom
Uma vez que tive o melhor?
Você disse que há
Um monte de peixes na água
Então, a água é o que irei experimentar.
Ele beijou meus lábios
Saboreei sua boca
Ele me abraçou
Fiquei com nojo de mim mesma
Porque quando estou com ele
Estou pensando em você
Pensando em você
O que você faria se
Fosse você
Que estivesse passando a noite?
Oh Eu gostaria de estar olhando para
Você é o melhor
E sim, eu me arrependo
Como pude me permitir
Deixar você ir?
Agora a lição foi aprendida
Toquei isto, fui queimada
Oh Penso que você deve saber
Porque quando estou com ele
Estou pensando em você
Pensando em você
O que você faria se
Fosse você
Que estivesse passando a noite?
Oh Eu gostaria de estar olhando para seus olhos
Olhando para seus olhos
Olhando para seus olhos
Oh você não andaria
E arrombaria a porta
E me levaria embora?
Oh sem mais erros
Porque em seus olhos eu gostaria de estar.
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Resenha da série The Triangle – uma temporada
Por: Natália Alves
The Triangle é uma mini-série composta por três episódios. O roteiro gira em torno dos mistérios do Triângulo das Bermudas. A mini-série foi ao ar pela emissora de TV americana Sci-Fi.
Eric Benirall é um empresário no ramo marítimo e sua empresa perdeu muitos navios ao passar pela rota do Triângulo das Bermudas. Alguns navios desapareceram misteriosamente e outros tiveram quase toda a tripulação perdida ou morta. Para solucionar este mistério e parar de perder seus navios Benirall monta uma equipe de especialistas.
Quatro especialistas, de diferentes áreas, recebem uma carta para comparecerem em uma reunião onde são recebidos por Benirall, que lhes mostra um dos navios onde parte da tripulação sumiu e lhes faz uma proposta. Promete colocar na conta de cada um cinco milhões de dólares se eles solucionarem o mistério das Bermudas.
A equipe é formada por quatro especialistas: Howard Thomas (Eric Stoltz), Bruce Geller (Michael Rodgers), Stan Lathem (Bruce Davison) e Emily Patterson (Catherine Bell). Thomas é repórter de um tablóide e um assíduo pesquisador sobre o Triângulo das Bermudas. Geller é professor de meteorologia e seus métodos de ensino são excêntricos. Ele costuma ir a campo para ensinar como, por exemplo, pular dentro de um tornado. Stan é paranormal, ele tem habilidades para encontrar crianças perdidas. Emily é engenheira marítima e também não lida muito bem com normas, assim como Geller.
Após aceitar o convite de Benirall os quatro saem em busca de pistas. O primeiro contato com o Triângulo foi quando eles averiguaram um acidente aéreo. Um avião sumiu após passar pelo Triângulo. Ao entrar em uma base militar, com a ajuda de credenciais falsificadas, eles se depararam com um dos mistérios causados pelas Bermudas. O avião é encontrado no fundo do mar vazio, mas Stan sente a presença de uma criança. Ao vasculhar o navio no fundo do mar a criança é encontrada, mas já como uma senhora idosa.
Após o primeiro contato dos quatro com o Triângulo, eles passam a vivenciar realidades alternativas. Por exemplo, Thomas começa a ver sua ex-mulher nos locais onde ele está e Emily passa a viver com sua mãe biológica, quem ela nunca conheceu. Nesta mesma situação está Meeno Paloma (Lou Diamond Phillip), que aparece logo no início do primeiro episódio.
Junto com integrantes do Greenpeace, Meeno estava em alto mar, em uma lancha, tentando parar as atividades de um baleeiro. Ao passar pelo Triângulo um acidente inexplicável matou tanto a tripulação da lancha quanto a do baleeiro e apenas Meeno sobreviveu. Após este ocorrido, Meeno volta para casa e começa a viver realidades alternativas. Já no fim da série, Meeno procura Thomas e se junta a equipe para tentar parar um evento que eles acreditam ser o fim do balanço magnético no mundo, ou seja, sua destruição.
O primeiro capítulo da mini-série empolga bastante o telespectador, promete ser uma série bem misteriosa e instigante. Mas já no segundo espisódio The Triangle perde o ritmo e se torna um pouco banal, puro entretenimento. A atuação dos atores principais não é ruim. Mas também não é muito interessante, alguns deixam a desejar como o Stan Lathem (Bruce Davison), talvez por ser um personagem meio apático. Recomendo esta mini-série para quem quer se distrair com um pequeno roteiro comercial.
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Resenha do filme A Mulher Invisível – comédia romântica – Claudio Torres
Por: Natália Alves
Marina (Maria Luisa Mendonça) mora junto com Pedro (Selton Mello), mas logo no início do filme ela desmancha o noivado por justamente ele ser o namorado perfeito. Estranho, não acham? Mas Pedro é tão perfeito que não consegue enxergar a realidade e vive em seu próprio mundo, o que faz com que Marina se envolva com outro homem e decida ir embora de vez.
A vizinha de Pedro já não tem a “sorte” que Marina teve em achar o parceiro perfeito, pois seu marido é um homem estúpido, sem educação e que presta mais atenção a televisão do que a ela. Então, Vitória (Maria Manoella) passa longas horas do seu dia escutando a vida de seu vizinho através da parede da cozinha e sonhando com o homem perfeito.
Pedro é romântico e via em Marina a mulher de seus sonhos, com quem ele iria casar e passar o resto de seus dias. Mas quando ela o deixa, a realidade o pega de jeito e ele se isola do mundo. Durante três meses Pedro fica trancado em seu apartamento lamentando a sua solidão e é neste momento que Amanda (Luana Piovani) bate à porta de seu apartamento pedindo uma xícara de açúcar.
Amanda é vizinha de Pedro e a mulher ideal. Ela é linda, uma dedicada dona-de-casa, uma namorada cuidadosa e gosta de futebol, mas seu único defeito é ser a mulher invisível. Amanda é uma criação de Pedro que começa a amar uma mulher que não existe.
O seu melhor amigo, Carlos (Vladimir Brichta), tenta conhecer a mulher que seu amigo tanto fala e que deseja se casar. Mas ela não aparece no encontro que os dois combinaram e não tem celular e nem Pedro conhece outra forma de contato com ela, o que deixa Carlos preocupado. Em uma “night” Carlos vê Pedro dançando no meio da pista sozinho, mas até aí não tem nada demais, o problema é que Pedro está abraçando e beijando o ar.
“A Mulher Invisível” conseguiu fazer o público dar boas risadas, em diversas cenas, na sua pré-estréia, ou seja, cumpre muito bem o papel de filme de comédia. Mas além de fazer rir, esta história também passa sua mensagem a respeito da solidão e nos faz pensar sobre o assunto.
Pedro era um homem tão bitolado que vivia em seu próprio mundo com suas idealizações. Ele mal conseguia enxergar sua esposa, que morava com ele, e nem percebeu que ela o traia. Após ser deixado por ela, a solidão foi tão forte que mais uma vez ele se fechou em seu mundo e criou uma fantasia para que ele pudesse ser feliz, mas nada era real. Então, pergunto a vocês leitores: Mesmo sendo uma fantasia, ele estava feliz, então a felicidade era real? Vale a pena viver uma idealização?