Data: 02/05/07
Por: Natália Alves
Os centros urbanos englobam uma grande variedade de pessoas com seus estilos e culturas variadas. A população nas cidades urbanas vem crescendo ao longo dos anos através do desenvolvimento da industrialização e a crescente oferta e demanda de empregos nestes grandes centros. A diversidade do modo de vida urbano é incomensurável, pois dentro de uma cidade pode-se encontrar diversas manifestações culturais como, por exemplo, a dança, a música e a crença e também uma grande variedade de etnias.
O movimento de transição dos centros rurais para os urbanos é um processo antigo que até hoje vem ocorrendo. As conseqüências deste êxodo rural podem ser observadas na crescente população periférica, na mistura de culturas e etnias, no crescimento geométrico da demanda e aritmético da oferta de empregos e conseqüentemente o aumento do trabalho informal. Outros aspectos relevantes são a carência na educação, no transporte e na saúde.
No Brasil há grandes centros urbanos que enfrentam todas estas questões e um deles é a cidade de São Paulo que segundo o site Ueba é quarta cidade mais populosa do mundo. Tanto São Paulo quanto as outras cidades urbanas do Brasil enfrentam a pobreza. De acordo com o Banco Mundial o número de pessoas que viviam na pobreza, em 2001, no mundo é de 1,10 bilhão. A população periférica cresce não apenas no Brasil, mas em outros países ao redor do mundo e as cidades estão cada vez mais ficando sem estrutura física e qualitativa para abrigar tantas pessoas, gerando problemas como, por exemplo, falta de saneamento básico e moradias precárias.
Outro aspecto que está incluso no modo de vida urbano é a poluição. A cidade de São Paulo é uma das cidades que mais poluem no Brasil com seu parque industrial. A poluição além de agravar o buraco da camada de ozônio também dificulta a convivência nos centros urbanos, pois gera doenças como, por exemplo, bronquites e disenteria. Mas apesar de todos estes percalços a vida nas grandes cidades tem suas compensações, pois as pessoas têm a possibilidade de ter contato com diversas culturas, diversos estilos de vida, têm muitas opções de lazer como, por exemplo, boates e teatros e a cada lugar por onde se passa há milhares de pessoas e vidas para conhecer.
CONSUMISMO E SOLIDÃO NA VIDA URBANA
Os jovens, principalmente os que moram nos centros urbanos, estão vivendo em uma época onde o consumismo está em alta, a banalização da cultura cresce cada vez mais e a tecnologia ocupa quase toda a vida de um adolescente, de classe média, com os horários de estudo, de trabalho, de jogar videogame e de sair com os amigos. Tudo é cronometrado, a vida está muito controlada pelo relógio. Isto ocorre porque a globalização gerou a cultura do efêmero, tudo deve ser consumido agora, no presente, e utilizado até outro produto chamar mais a atenção e apagar o “brilho” do outro fazendo com que a pessoa consuma mais e mais em busca de realizar seus desejos que mudam constantemente.
Muitas vezes os moradores das cidades urbanas como, por exemplo, São Paulo e Rio de Janeiro, têm a impressão de que não “habitam” a cidade onde moram, ou seja, não participam da vida social da cidade, não conhecem os lugares de lazer, pois estão sempre correndo contra o tempo. Esta falta de tempo e a necessidade de consumir cada vez mais diminuem as relações sociais entre as pessoas o que gera a sensação de solidão. Às vezes é difícil compreender o fato de existir a solidão em cidades onde vivem milhares de pessoas, mas Carlos Drummond de Andrade entendia muito bem este “fenômeno” quando escreveu os seguintes versos: “… estou cercado de olhos, de mãos, afetos, procuras. Mas se tento comunicar-me o que há é apenas noite e uma espantosa solidão (A Bruxa)“.




sobre vida urbana
essa criadora natália alves ele tem o primeiro nome igaulao meu por isso eu adorei esse texto ate coloquei no meu caderno eu e minhas colegas bom o meu nome é nathalia unica diferença e que o meu nome e com h e o dela nao,eu fis um trabalho para escola com esse texto ta dando sucesso bom eu gosto muito dessa autora thauu bjosss
eu tanbem nathalia como são as vidas das pessoas no centro urbano?
ok…
enteresante esse modo de vida.e também concordo com a nova lei do estágio.